segunda-feira, 17 de agosto de 2009

choro inflável.











Construíram uma escultura sobre seu ultimo feito pecaminoso no inverno passado.

Quantas e quantas vezes a vi chorar de cabeça baixa?

A cada amanha eu desconstruo o meu ser o mais longe e breve que posso.



Mudaremos a chance do nada tentar.

Mandaremos as cabeças colarem seus dólares vazios.

A cada dor eu altero meu tumulo o mais pesado que posso.



Dance sob meu caixão outro e outros dias.

Veja seu choro 24 horas por dia sem interrupções.

Sente-se e adormeça a pedra perdida que há em nós.



E se eu não sorrisse mais?

E se eu pagasse para poder evacuar?

E se eu pleiteasse seus dentes como árvores oleosas?



O nada não mudará em nenhuma vez amanha, portanto rasgue suas calças e as negocie

com sua cegueira.

O nenhum não será o nada fantasiado de óleo amanha, no entanto, perfure

seus sapatos e inale suas cerejas.

Não me diga o que fazer dentro de sua cabeça, por que não há nada dentro do vidro.

6 comentários:

Flor de Azeviche disse...

Eee saudade de ver um post aqui =)

JOY disse...

Passando para conferir suas novidades...
boa semana pra vc
Adorei o post!!
bjinhus

gabi disse...

hello, descobri seu blog atraves de uma amiga e adorei os posts.

Senti um pouco de dificuldade na leitura por causa da cor....


mas ta valendo.

Otimo finde
beijo

ALGUÉM disse...

Olá! Depois de um tempo sem postar.
Além de te visitar aproveito pra dizer que tem post novo!
Dá uma passada por lá! Grande Abraço.

JOY disse...

Só uma opinião? construtivo!
A cor das letras acaba misturando-se com a cor do fundo, seria interessante dar uma revisada...

Passando pra conferir suas novidades

Bjos
http://joycebc.blogspot.com

A Noiva Cadáver disse...

Tu escreves muito bem, resolvi comentar novamente, porque não pude deixar de ler alguns posts que escreves-te, me senti parecida em alguns pensamentos e perplexa pela composição de frases.
:)